Experiência individual e absurdo na condição humana em Albert Camus

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DOI:

https://doi.org/10.59780/rzsd8310

Schlagworte:

Absurdo, Indivíduo, Sentido, Sensibilidade, Experiência

Abstract

O objetivo deste artigo é realizar um estudo a respeito de alguns aspectos relevantes da filosofia de Albert Camus e sua abordagem sobre a existência do absurdo. A análise feita leva em consideração o ensaio filosófico O mito de Sísifo, além de obras de intérpretes e dos pontos de contato com a filosofia de Miguel de Unamuno. Camus, para estudar o absurdo, parte do princípio do problema do suicídio, e como ele afeta o indivíduo em si. Com a falta de sentido inerente da vida, há o questionamento sobre saber se viver vale a pena ou não. A sensibilidade aqui desempenha um papel fundamental, pois desvela tudo aquilo que o homem é capaz de apreender para si em sua vida. O absurdo então se mostra na tentativa fracassada do homem de compreender o mundo, que possui seus próprios princípios e leis, sendo esses completamente estranhos ao conhecimento humano. Entretanto, Camus não deixa o individual em uma situação de completo fatalismo, entendendo que o homem deve viver a vida, mesmo sem sentido, utilizando-se de sua liberdade de ação com o fim de absorver o máximo de experiências possíveis, sendo capaz assim de ter seu próprio quinhão de felicidade.

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Literaturhinweise

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Veröffentlicht

2025-09-05

Zitationsvorschlag

TORRECILHA QUEIROZ, Enzo Francisco. Experiência individual e absurdo na condição humana em Albert Camus. Inquietude, Goiânia, v. 16, n. 1, p. 37–50, 2025. DOI: 10.59780/rzsd8310. Disponível em: https://revistainquietude.com.br/index.php/inquietude/article/view/250. Acesso em: 21 okt. 2026.

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