O inferencialismo semântico de Robert Brandom
Uma introdução a sua evolução histórica e seus limites
DOI:
https://doi.org/10.59780/ermp8467Palabras clave:
Inferencialismo, Semântica, Robert Brandom, Wilfrid Sellars, PragmatismoResumen
Este artigo pretende introduzir a tese do inferencialismo semântico conforme desenvolvida pelo filósofo estadunidense Robert Brandom. Esta introdução será levada a cabo segundo duas frentes: primeiro, por meio da narrativa histórica concatenada por Brandom, onde a tese inferencialista ocuparia seu ápice, e de onde as tradições do idealismo alemão e do pragmatismo norte-americano ocupariam espaço como pontos de virada centrais; segundo, a partir dos problemas e dos desafios que esta tese comporta, focando-se em especial no problema de como abordar a relação entre significado e mundo. Concluo então que a tese inferencialista é composta por duas facetas: uma voltada para o passado, onde ela pretende extrair suas lições, e outra voltada para o futuro, onde ela almeja superar suas dificuldades.
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