Totalitarismo, poder e violência em Hannah Arendt

Autores/as

  • Bárbara Gonçalves de Araújo Braga Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Palabras clave:

Totalitarismo, Poder, Violência, Ação, Liberdade

Resumen

O totalitarismo, para Hannah Arendt, representou a forma mais flagrante e explícita da identificação entre poder e violência. Opondo-se a isso, a autora reivindica uma compreensão do poder como fenômeno eminentemente político, relacionado com a ação, o discurso, a liberdade, a esfera pública e a pluralidade humana. Este artigo apresenta, portanto, de que modo os esforços arendtianos para um resgate do sentido político do poder se inserem numa situação em que a fusão e a confusão entre poder e violência passaram a representar uma efetiva ameaça de destruição do sentido da política.

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Publicado

2011-12-08

Cómo citar

GONÇALVES DE ARAÚJO BRAGA, Bárbara. Totalitarismo, poder e violência em Hannah Arendt. Inquietude, Goiânia, v. 2, n. 2, p. 119–35, 2011. Disponível em: https://revistainquietude.com.br/index.php/inquietude/article/view/309. Acesso em: 26 sep. 2026.

Número

Sección

Dossiê