A mulher entre a vivência (Erlebnis) para “tornar-se o que se é” de Nietzsche e a normatividade de gênero de Butler

Autores

  • LUCIENE MARQUES DE LIMA Doutoranda em Filosofia pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal de Goiás – UFG

Palavras-chave:

Mulher, Vivência, Criação de si, Normatividade, Gênero

Resumo

O presente estudo adota a perspectiva genealógica de Nietzsche e suas acepções acerca da mulher, ou seja, enquanto elaboração masculina, para em seguida discutir a importância da vivência (Erlebnis) para o “Tornar-se o que se é”. Além disso, também é apontado como a normatividade de gênero discutida por Butler, especialmente na obra “Problemas de gênero”, pode interferir e afetar de modo definitivo as vivências das mulheres. A ideia da existência de um modelo universal de mulher restringe toda possibilidade do vir a ser, pois se tudo o que as mulheres devem ser está prescrito, a elas cabem apenas repetir/performar. Isso as alija da possibilidade de vivenciar suas trajetórias e impede-as de elaborar ou construir a si mesmas.

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Publicado

2025-02-26

Como Citar

MARQUES DE LIMA, LUCIENE. A mulher entre a vivência (Erlebnis) para “tornar-se o que se é” de Nietzsche e a normatividade de gênero de Butler. Inquietude, Goiânia, v. 13, n. 1, 2025. Disponível em: https://revistainquietude.com.br/index.php/inquietude/article/view/32. Acesso em: 4 abr. 2025.