Declaração de Ética

Alguns princípios éticos norteiam a ação editorial da Inquietude. São eles:

 

 

A Inquietude conforma-se ainda ao Guia de Integridade Acadêmica da Universidade Federal de Goiás, no que concerne a “boas práticas científicas” (que em nenhum ponto contradizem as orientações do Committee on Publication Ethics).

Com isso, a Inquietude busca combater, de modo fundamentado, toda e qualquer forma de “plágio”, “autoplágio”, “autoria indevida de produtos acadêmicos”, “fabricação e falsificação de dados”, “tortura de dados”, “HARKing” (Formulação de Hipóteses Após Conhecimento dos Resultados da Pesquisa), “apresentação seletiva de resultados”, “publicação duplicada”, “fatiamento de publicação ou Salami Slicing”, “conflito de interesses”, “referenciar ou publicar em periódicos, eventos, coletâneas ou livros predatórios” e demais práticas comprovadamente antiéticas.

Dentre essas práticas comprovadamente antiéticas, incluímos aqui o uso indevido e ofuscado da Inteligência Artificial (IA) e de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs), que se encaixa perfeitamente nos princípios que apontamos acima. Nesse sentido, encorajamos uma “Declaração de Uso da IA” no texto submetido que esclareça quais ferramentas relativas a qualquer forma de “IA” e afins foram usadas e como foram usadas, e tomaremos essa Declaração como condição sine qua non para a publicação ética e transparente dos trabalhos filosóficos a partir de agora (julho de 2026). Essa Declaração aparecerá junto à Declaração Ética da autoria na Carta de Apresentação como capa dos artigos ou em sua Nota de Perfil Autoral. Para mais detalhes, veja a seção Política de Uso da IA, LLMs e Similiares.